ECONOMIA

Produtores de café vulcânico de Poços de Caldas e região buscam apoio do governo estadual
Comissão de Agropecuária debate a produção e o desenvolvimento do produto do Sul de Minas


(Foto: ALMG)

A expansão do cultivo de café vulcânico e o apoio do Governo do Estado a essa cadeia produtiva pautam a audiência pública da Comissão de Agropecuária e Agroindústria agendada para a quinta-feira, 04 de agosto, às 10h30, na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG).

A área produtora do café vulcânico, definida pela caldeira de um vulcão extinto há 80 milhões de anos, engloba parte do Sul de Minas e do Nordeste de São Paulo. As características de clima e de relevo dessa região dão ao café um sabor singular e características próprias e especiais.

Do lado mineiro, estão as cidades de Andradas, Bandeira do Sul, Botelhos, Cabo Verde, Caldas, Campestre, Ibitiúra de Minas e Poços de Caldas. Em São Paulo, estão Águas da Prata, Caconde, Divinolândia e São Sebastião da Grama.

Em 2020, havia 53 mil hectares em produção, com 1,79 milhão de sacas/ano e geração de 18 mil empregos diretos. Até o final deste ano, a Associação dos Produtores do Café da Região Vulcânica criada em Poços de Caldas pretende chegar a mil associados e espera implantar na cidade um centro de referência em cafeicultura de solos vulcânicos.

Os produtores, porém, reivindicam mais apoio do Governo do Estado, uma vez que, segundo eles, o cultivo do produto especial divulga o nome de Minas no País e no mundo.

Para os idealizadores da audiência, o desenvolvimento da cafeicultura regional com sustentabilidade gera oportunidades para transformar a maneira como o café é produzido, comercializado, valorizado e consumido.


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